quarta-feira, 10 de setembro de 2014

As redes, o espaço e o consumo: questões sobre o e-commerce


INTRODUÇÃO
         A Geografia tem sido desafiada no exercício da análise espacial, nos últimos anos, principalmente no que concerne o uso das redes de informação, com a utilização da internet como ferramenta para o desenvolvimento de práticas comerciais. Estes novos usos tem provocado transformações espaciais em diversas escalas de análise, na (re)produção do espaço e também na forma de consumo.
As redes de produtos e de distribuição que atrelam logísticas e infraestrutura, têm sido adaptadas para atender as novas demandas que o mercado tem exigido. A partir de um fluxo mais ágil de circulação de informação, possibilitado pelo novo contexto de caráter técnico-científico-informacional que vivemos, cujas informações tenham a proposição de comando, estratégia ou financeira. As demandas das redes de transporte de produtos começam a se adaptar para cumprir os prazos impostos por essa lógica.
Isso tem implicado em mudanças nas estratégias espaciais de alocação dos centros de distribuição (nós) das redes de produto, assim como na forma com que estes são oferecidos ao consumidor, até mesmo no acesso e formas de pagamento.
Este ensaio tem como propósito a tentativa de abordar a relação das redes de produto e as transformações de estratégias espaciais atreladas ao consumo realizado através do comércio eletrônico (e-commerce), possibilitado pelas redes de comunicação, informação aliada a rede de distribuição e transporte.
O esforço realizado é parte do projeto monográfico a ser apresentado enquanto pressuposto para conclusão do curso de licenciatura plena em Geografia pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro Faculdade de Formação de Professores, cuja pesquisa se encontra em caráter inicial, em fase de análise bibliográfica e elaboração de questionário para uma abordagem fenomenológica. O projeto tem o intuito de conhecer e analisar a rede de produtos de uma loja virtual no Brasil, já escolhida, de modo a indagar as transformações e adaptações que esta passou, em sua estrutura e sua estratégia espacial, consequentemente comercial, e como isso tem afetado as relações de trabalho e de (re)produção do espaço.
A BUSCA, A COMPRA E A ENTREGA: DESAFIOS DA MATERIALIDADE E IMATERIALIDADE EM DETRIMENTO DO DESLOCAMENTO ESPAÇO-TEMPO
            Para compreendermos as relações espaciais presentes na lógica do comércio eletrônico, inicialmente precisamos compreender as características do meio em que vivemos e que possibilita esse tipo de interação através das ferramentas de comunicação e informação.
Nesta análise do atual período o papel e a importância das redes tem se traduzido também no consumo, e para o Cientista Social Fritjof Capra (2008):
Nos últimos anos, as redes se tornaram um dos principais focos de atenção em ciências, negócios e na sociedade em geral, devido a uma cultura global emergente. Em pouco tempo, a internet tornou-se uma poderosa rede de comunicação global, e muitas das novas empresas de internet atuam como interface entre redes de consumidores e fornecedores. (Capra, Fritjof. 2008, p. 17)
            A partir deste contexto, torna-se necessário o conhecimento dos fatores que possibilitaram a criação e a apropriação das redes pelo capital, enquanto ferramenta para cumprir sua função essencial: reproduzir-se, cada vez em maior quantidade e velocidade. Santos (1997) quando fala do sistema técnico relacionado ao meio atual, facilitador dessa lógica, a partir de sua apropriação, coloca o atual período relacionado à experiência de um meio técnico-científico-informacional e diz que:
            Já hoje, quando nos referimos às manifestações geográficas decorrentes dos novos progressos, não é mais de meio técnico que se trata. Estamos diante da produção de algo novo, a que estamos chamando de meio técnico-científico-informacional. ...a ciência e a tecnologia, junto com a informação, estão na própria base da produção, da utilização e do funcionamento do espaço e tendem a constituir seu substrato. (SANTOS, Milton. 1996 p.190)
            Substrato este, que enxergamos enquanto rede geográfica, neste ensaio, e o espaço geográfico apropriado enquanto nó (centros de distribuição) dessas redes de produto. Parte integrante dos sistemas de engenharias[1] que consolidam essas redes enquanto ferramentas para o funcionamento das práticas comerciais a partir de interfaces[2] na internet.
            A partir dessa lógica, entender o meio técnico-científico-informacional enquanto condição para transformações espaciais e de lógicas comerciais, além de transformações na relação e na divisão do trabalho torna-se pragmático pois:
... é o meio geográfico do período atual, onde os objetos mais proeminentes são elaborados a partir dos mandamentos da ciência e se servem de uma técnica informacional da qual lhes vem o alto coeficiente de intencionalidade com que servem às diversas modalidades e às diversas etapas da produção. (SANTOS, 1996, p.235)
Nesse contexto torna-se imprescindível, visto o caráter virtual atribuído a problemática causada pela imaterialidade e agilidade para os que possuem acesso a esse modo de consumo, receber o produto a ser consumido, este sendo material, na mesma agilidade com a qual realizou a busca e a compra do produto.
Dessa forma esbarra na materialidade do espaço geográfico, dimensionado pela distância da estrutura, por vezes rígidas, das redes urbanas, do caos que é a circulação em grandes centros, confrontando a barreira espacial do deslocamento do produto até o local da entrega.
Exigem técnicas espaciais de alocação para o armazenamento, atendimento e transporte dessa demanda, possibilitado pela rede de informação e estrutura, que são vistos como nós nessas redes de produtos, que recebem o fluxo (informação) e “traduz” (produto) a ser distribuído pelos centros de distribuição (nós) e transportados através da rede urbana de transporte.
Não se trata apenas da adaptação a um novo ambiente, mas o acoplamento com os computadores deve ser entendido pelos devires cognitivos que eles podem produzir, bem como pela nossa capacidade de constituirmos com eles domínios cognitivos e contextos existenciais locais e consistentes. (KASTRUP, 2000 p.38)
Compreendendo a análise de Kastrup (2000) entendemos que a relação já está espacialmente estabelecida, entre os domínios cognitivos e o contexto existencial, e temos como o exemplo a estrutura do e-commerce, assim como seus desafios na relação deslocamento-espaço-tempo, impostos pela lógica de consumo a qual está sendo desenvolvido o e-mercado através da ferramenta internet.
            Também o compreendemos enquanto não-homogêneo e instável, de modo que busca comprovar sua “estabilidade” e “segurança”, a todo momento, para conseguir ultrapassar a barreira institucional que atrai o consumidor para um sentimento de insegurança no âmbito da imaterialidade que uma “loja virtual” pode exercer em um movimento de continua especialização como Santos (1996) afirma:

Os lugares se especializam, em função das suas virtualidades naturais, de sua realidade técnica, de suas vantagens de ordem social. Isso responde à exigência de maior segurança e rentabilidade para capitais obrigados a uma competitividade sempre crescente. (Isso conduz a uma marcante heterogeneidade entre as unidades territoriais (Z.Mlinar, 1990, p.58), com uma divisão do trabalho mais profunda e, também, uma vida de relações mais intensa). (SANTOS, 1996, p.248)

            Com este debate em nota, também se torna importante salientar a busca de empresas por estratégias e lugares para instalação de suas estruturas e formas possíveis para que garantam as premissas do capitalismo em voga de seus processos de estruturação, como a infraestrutura necessária e a localização que possibilite deslocamentos mais ágeis.
 A internet tem servido de linha de fuga[3] para empresas e indivíduos darem novos significados em suas inter-relações, indivíduos–indivíduos e individuo–espaço criando novas conexões para os usos e apropriações dos lugares, como sugere Castells (2003):
O poder do lugar ainda prevalecerá... Ambientes físicos e cenários virtuais funcionarão de maneira interdependente e na maioria das vezes usaremos redes para evitar lugares. Outras, porém, continuaremos indo a lugares para nos interconectar. (MITCHELL, 2000, p.155 apud CASTELLS, 2001, p. 195)

            E a relação do e-commerce é parte dessa nova forma de interação consumo-espaço-deslocamento, de maneira que se estabelece na estrutura mercado-rede de produtos-interfaces a reestruturação do sistema produtivo, que no caso do comércio virtual, abandona a etapa da loja física, impõe ritmos mais acelerados de consumo e se reestabelecem espacialmente de modo a adotar estratégias espaciais que amorteçam esse impacto custo-benefício e espaço-temporal que ainda é causado na etapa material de entrega do produto, Ramos e Ortigoza (2003) relata que:
            Neste sentido, pode-se dizer que no caso do e-commerce a infraestrutura de telecomunicações desempenha papel preponderante no sentido de conectar o consumidor ao distribuidor, e este ao produtor de maneira mais eficaz e rápida possível. (RAMOS E ORTIGOZA, 2003, p 72).
            Percebendo esses parâmetros, das relações de interação do espaço a partir da lógica do comércio eletrônico, é que de maneira inicial tem-se buscado compreender as transformações que essa nova estrutura de consumo tem se apropriado e de que maneiras as lógicas e estratégias espaciais foram (re)produzidas.
Assim como a mudança na forma do consumo, em coexistência com parcela expressiva que não possui acesso a este modelo, mas que já percebe as alterações provocadas por esta ferramenta, a apropriação pelo capital tem (re)significado o padrão de atuação do mercado varejista. A maneira que, aquele que possui lojas físicas e tem associado padrões de interface online para diminuir os custos e aumentar a venda, consequentemente tem aumentando o lucro e sua área de atuação.
De forma alguma, tem-se a pretensão de apontar indicativos que direcionem para a migração do setor varejista, abandonando a lógica da presença física, com lojas em shoppings ou na rua. Mas com o intuito de alertar a tendência da utilização e o forte crescimento desse mercado, que não só é alternativa, para grandes varejistas, como oportunidade para pequenos empreendedores, que optam por este, a partir dos baixos custos e as possibilidades de flexibilidade que este pode proporcionar.
No entanto as principais transações ainda ocorrem no que chamamos de B2B (business to business), que é a relação de compras entre empresas, em detrimento ao B2C (business to consumer) que é o varejo online, na relação estabelecida entre varejistas e consumidores.
Estas novas formas comerciais criaram nas cidades áreas comerciais bastante complexas, colocando em questão a antiga organização comercial urbana, modificando-as. ...ou seja, aquelas que geraram maior impacto sócio espacial, destacamos – lojas de departamento, hipermercados, supermercados, shopping centers, sistemas de franquias, e o comércio eletrônico. (RAMOS E ORTIGOZA, 2003, p 64).
Por se apresentar enquanto parte que auxilia no impacto sócio espacial, o comércio eletrônico tem despertado o interesse geográfico, mas ainda pouco difundido, quando falamos na apuração de dados e estudos acadêmicos quanto a seus impactos e de difícil análise pela velocidade que se modifica.
            Com tudo, torna-se objeto de análise pela importância que toma frente às dinâmicas de estrutura e consumo que se alteram, mas que coexistem e se complementam.
            Nessa alteração no padrão de consumo, podemos pensar que antes o consumidor necessitava deslocar-se espacialmente para centralidades do comércio varejista ou passar por lojas de departamento para poder realizar essa compra e/ou ter acesso a mais informações para além das divulgadas em encartes ou pela mídia televisiva.
            Dessa maneira o comércio eletrônico rompe parcialmente com essa lógica, visto que em alguns casos ainda coexiste a relação entre loja física e loja virtual, e as possibilidades que essa relação de interação pode proporcionar para o consumidor e para o capitalista.
            A principal mudança vem quando o consumidor deixa de se deslocar até a loja, e a loja passa a “entrar” na casa do consumidor através de uma interface com elementos interativos, conectados em rede, que levam o máximo da informação dos produtos para que o consumidor tenha uma falsa sensação de livre escolha e utilize o sistema financeiro, através de cartões de crédito ou débito para finalizar sua compra, e Ramos e Ortigoza (2003) quando diz que:
A relação consumidor-lojista ocorre de maneira bilateral, ao lojista cabe adotar estratégias para atrair, conquistar e manter a fidelidade do consumidor. Isto não tem nada de novo se pensarmos no mercado como um todo, no entanto, no meio eletrônico uma série de novas estratégias devem ser adotadas. O lojista deve reconhecer o cliente logo que ele se conecta. (RAMOS e ORTIGOZA, 2003, p. 73)
            Trata-se da personalização e do monitoramento do consumo de maneira que filtros de busca são criados para registrar o IP (Internet Protocol/ Protocolo de Internet)[4], e a partir daí toda vez que este for identificado no site realizando uma busca, ou até mesmo através do que chamamos de Pop-up[5]em outros sites, recebe informações que o direcionam para aquilo que antes foi pesquisado em outras páginas de comércio virtual, graças aos filtros de pesquisa que utilizam seu registro na internet.
            Por um lado facilita a pesquisa em diversos sites, pelo menor preço, como em sites de cotações de preço, no entanto, por outro lado aliena a busca pois os resultados serão preponderantemente semelhantes.
            Dessa maneira a modificação na relação sócio espacial a partir do e-commerce, que não exige o deslocamento do consumidor, aquele que possui acesso a esse tipo de consumo, começa a grafar o espaço de outras formas, pois a necessidade das empresas de criar lojas físicas em centros comerciais ou em shoppings passam a ser reconsideradas. O valor desse espaço em centros comerciais é um custo que o e-commerce não arca, além do quadro de vendedores que não se torna necessário, por isso muitas vantagens são avaliadas principalmente pelas empresas nessa relação do comércio virtual.
            Para além, observa-se o fortalecimento do autosserviço, dinâmica já presente em supermercados e hipermercados com seus esquemas de gondolas, mas que se reproduz no e-commerce com suas particularidades e passa a reduzir a presença de trabalhadores desempenhando o papel de vendedor, caixa e outros, pois a interface cumpre esse papel de interação desde a pesquisa até a finalização da compra e o acompanhamento da entrega.
PARA NÃO CONCLUIR!
            Notadamente as relações de consumo do espaço e no espaço se modificaram e o meio atual segundo a perspectiva de Santos (1996) é que possibilita as condições para que essa nova dinâmica de interação ocorra, mesmo que de maneira desigual e (des)ordenada por vezes.
Visto isso, o processo de Globalização/Fragmentação principalmente, quando referenciamos a relação do processo da rede de computadores que exigem análises muito complexas para além das relações espaciais, de Governança[6] e de poder, mostra a relação da (re)produção de espaços e condições físicas em ambientes virtuais, até mesmo para “globalizar” a demanda por consumo, de maneira que o lugar de consumo é virtualizado pela necessidade do capital reproduzir-se com maior agilidade e em ritmo mais acelerado como relatado por Carlos (2007):
Significa dizer que as condições de desenvolvimento do capitalismo não são estáticas, ele se desenvolve realizando virtualidades. Mas um processo que se desenvolve desigualmente, aprofundando suas contradições. (CARLOS, Ana Fani, 2007, p.62)
            Contradições estas que observamos na própria estrutura das redes de computadores e transporte no Brasil (figura 1) a seguir:
FIGURA 1 – AS PRINCIPAIS REDES DE FIBRA ÓTICA BRASILEIRA (2000)
Fonte: ORTIGOZA, S. A. G. e RAMOS, C da S., A Geografia do comercio eletrônico (e-commerce) no Brasil: o exemplo do varejo, 2003.

Obedece a lógica da relação centro-periferia com maior presença no eixo centro-sul e parte do nordeste do país e que já coloca condições bem diferentes de desenvolvimento desse e-mercado que se constitui através do uso das redes e que curiosamente tem a rede de transportes bem semelhante visto a malha rodoviária do Brasil como na figura 2.
Desta maneira muitas questões surgiram, visto às proposições encontradas nas bibliografias analisadas, quanto o surgimento, a explicação das condições de formação e até mesmo a materialidade e imaterialidade a qual a rede de computadores e o e-commerce servem. No entanto a carência por análise da relação de consumo do espaço em contra posição o “espaço de consumo” ainda é pouco referenciada no que tange a ocupação e distribuição das estruturas do e-commerce que possibilitam essa nova forma de consumir e uma nova forma de experimentar a relação de interação com interfaces que possibilitam maior dinâmica e menor custo para elo consumidor-varejista-produtor.
FIGURA 2 – MALHA RODOVIÁRIA DO BRASIL

Descrição: Mapa Rodoviário do Brasil
Fonte: http://www.mapabrasil.com/Mapa_Rodoviario_Brasil.htm acessado em 28/06/2014 às 14:00.
           
REFERENCIAIS BIBLIOGRÁFICOS
SANTOS, Milton. A natureza do espaço: técnica e tempo, razão e emoção. São Paulo : Hucitec, 1996.
KASTRUP, Virgínia, Ciberespaço: um hipertexto com Pierre Lévy, Porto Alegre: Artes e Ofícios, 2000.
CASTELLS, Manuel, A galáxia da internet: reflexões sobre a internet, os negócios e a sociedade, Rio de Janeiro, Zahar, 2003.
SPÓSITO, Eliseu Savério. Redes cidades. São Paulo: Edit. UNESP, 2008.
CARLOS, Ana Fani Alessandri. O lugar no/do mundo. São Paulo: FFLCH, 2007.
ORTIGOZA, S. A. G. e RAMOS, C da S., A Geografia do comercio eletrônico (e-commerce) no Brasil: o exemplo do varejo, 2003.
PIRES, Hindemburgo F. GOVERNANÇA GLOBAL DA INTERNET: A REPRESENTAÇÃO DE TOPÔNIMOS DE PAÍSES NO CIBERESPAÇO in Revista Electrónica de Geografía y Ciencias sociales.  Barcelona: Universidad de Barcelona. Depósito Legal: B. 21.741-98. Vol. XII, núm. 270 (151b), 1 de agosto de 2008. [ISSN: 1138-9788]. http://www.ub.edu/geocrit/sn/sn-270/sn-270-151.htm Acessado em 28/06/2014 às 16:13.
< www.dicio.com.br/interface/> acessado em 28/06/2014 às 13:00
< http://www.mapa-brasil.com/Mapa_Rodoviario_Brasil.htm> acessado em 28/06/2014 às 14:00.




[1]  Para saber mais consultar SANTOS, Milton. A NATUREZA DO ESPAÇO; 2ª EDIT. HUCITEC; SÃO PAULO 1996.
[2] Neste ensaio compreendemos interface como limite comum a dois corpos, sistemas, fases ou espaços, que permite sua ação mútua ou intercomunicação ou trocas entre eles: interface produção-distribuição; Ponto em que interagem coisas diversas. Informática Meio físico ou lógico através do qual um ou mais dispositivos ou sistemas incompatíveis conseguem comunicar-se entre si.
[3] Entende-se linha de fuga enquanto alternativa.
[4] De forma genérica, é uma identificação de um dispositivo (computador, impressora, etc) em uma rede local ou pública.
[5] Entendido neste trabalho enquanto uma janela extra que abre no navegador ao visitar uma página web ou acessar uma hiperligação específica. Também é utilizada como forma de propaganda.
[6] Ver mais em PIRES, Hindemburgo. GOVERNANÇA GLOBAL DA INTERNET: A REPRESENTAÇÃO DE TOPÔNIMOS DE PAÍSES NO CIBERESPAÇO in Revista Electrónica de Geografía y Ciencias sociales.  Barcelona: Universidad de Barcelona. Depósito Legal: B. 21.741-98. Vol. XII, núm. 270 (151b), 1 de agosto de 2008. [ISSN: 1138-9788].

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