quarta-feira, 2 de novembro de 2011

(ciber)Espaço Social de realidade (virtual): transversalidades no cotidiano das redes!


A cada dia pensamos no que pode vir a ser as transformações impulsionadas pela grande rede da web! Até onde podemos alcançar e a quem podemos informar e como podemos informar? Impulsionados pelas novas tecnologias e o mundo em rede, buscamos sair da estagnação de meros receptores para produtores de informação, desta forma podemos pensar os espaços dentro do ciberespaço e suas implicações no que tangem as perspectivas dos territórios e lugares na rede. Sendo assim a perspectiva dos fluxos geridos em rede  tem criado intrigantes situações que podemos analisar de duas formas! Uma endógena e outra exógena, na perspectiva de nossos objetos e que os qualificam de maneira qualitativa quando nos atentamos aos processos e suas resultantes como reflexo no espaço social vivido.
Estes processos são vistos como parte integrante e inerente a rede e tem resultado instantâneo na realidade, seja ela virtual ou não, causando intervenções a partir de perspectivas locais, regionais e até mesmo globais, como é o caso das manifestações políticas nas redes sociais, como podem ser observadas em todo o mundo, tem sido fator culminante para importantes transformações, o ciberativismo, tem cooperado através da grande velocidade de troca de fluxos a partir da sua perspectiva de auto-comunicação de massa, o que nos leva a inquietude que as causalidades nas redes sociais suscitam, de maneira a incorporar todos os fluxos sendo eles na "realidade virtual", dos fluxos e nós nas redes, ou no cotidiano do Espaço Social vivido.
Porém existe um outro lado, como o da mídia televisiva, o qual teve que se adequar e se iterar dos processos na grande rede para alcançar os processos e construtos sociais emanentes das redes sociais e plataformas de jogos online, conhecidas também como espaços sociais de realidade virtual, os quais já tiveram que criar ferramentas para capitalizar os produtos virtuais que são vendidos como itens de exclusividade em jogos  de plataformas de RPG e outros gêneros, por exemplo.
Daí surge as principais perguntas, como, podemos territorializar isso?! Quais processos sociais conseguimos identificar nos territórios dentro dessas espacialidades criadas?  São muitas questões que suscitamos e muitos processos que se reproduzem e se transformam tornando inevitável a comparação entre os processos transversais ao (ciber)espaço social vivido. Tão confuso quanto compreender esses processos transversais é  organizar suas categorias em face as novas realidades, sejam elas materializadas ou representadas através de fluxos de informação.
Fluxos estes que permeiam e transitam entre as diversidades espaciais, criando realidades suscetíveis a "incompreensão", de modo que ao compartilharmos os resultados dessas transferências de fluxos afetamos e somos afetados, assim como a espacialidade a qual estamos inseridos se transforma e é transformada pelas ações que aplicamos sobre os diversos processos intrínsecos as nossas ações.